Hoje acordei meio cansado,
Talvez esteja bocejando o tédio de memorizar aquela bendita frase: “Dar murro em ponta de faca”. Ou mesmo aquela outra: “Dar a cara-a-tapas”.
Pra que? Por que? .Gritar exorbitante-Mente tais frases dentro de mim.
“-AFF”(G-R-O-S-S-E-I-R-A-M-E-N-T-E, falando!)
Acho que já fiz demais ISSO, ou tão pouco .. tentei fazer muito AQUILO . . .
(-eu não consegui, não com o sucesso de alguns).
E por mais redundante que possa aparentar a principio, foi sim “dando a cara-a-tapas” que eu acabei “dando murros em pontas de facas”...
(TENTEI)
Talvez hoje eu tivesse cansado.
Hoje talvez eu quisesse apenas vôos baixos,
Talvez eu tivesse me entediando de querer voar juntos dos pássaros
Talvez eu não quisesse tanto perigo em cortar as mãos, com facas...
Talvez eu quisesse meus dedos tocando apenas alguma mão qualquer.
Talvez meu rosto, já esteja cansando de apanhar...
Talvez a “minha cara” não esteja completa, falte apenas uma metade...
Talvez ela já não suporte muitos tapas...
Talvez ela apenas quisesse suaves dedos a acariciar.
CANSEI de fato!
[Nesta afirmativa eu não busco um talvez, que persista uma duvida. Aqui eu afirmo e exclamo]
No entanto,
Eu talvez quisesse simplicidade.
Um pouco de praticidade, regrado de alguns pingos de modernidade.
Um computador para trabalhar,
Criatividade para continuar,
E uma “distração” corriqueira que não possa me atrapalhar.
Talvez eu quisesse ser menos coração,
E mais razão.
Talvez eu quisesse SILÊNCIO,
Talvez eu ainda vá ficar escutando algumas musicas antigas, mas DE FATO eu não vou tentar descobrir porquê o mesmo refrão insiste em tanto em tocar.
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