sábado, 28 de junho de 2008
Bons ouvidos a velhas experiências de um antigo cotidiano.
Seu Lui: Siô, quanto tempo.
Zé: 13 anos, bom tempo.
Seu Lui: Vim tirar um dedo de prosa contigo,
Zé: Como vai tua vida?
Seu Lui: Só ficando velho, esperando a morte chegar, e tu?
Zé: Eu ainda to vivendo, ficando velho mas passando experiência, ouvindo rádio(já que não enxergo mais), escutando estória, contando as minhas, comendo, dormindo, vivendo.
Seu Lui: É Siô não fomos mais jovem, esses aí não tem medo de morrer quando a gente é jovem a gente faz tudo pois tem vigor e não tem medo de nada.Hoje fomos velhu e não podemu nem mais pular o muro para ver por exemplo: um antigo amor,
Zé : Mas seu moço, antigo amor isso rende historia, pulaste muito muro?Fala com uma saudade.
Seu Lui: Pulei tanto muro que me rendeu 12 filhos.
Zé: Oh, moço fale correto, Siô .
Seu Lui: Pois foi.Eu fiz dozes amigos, doze filhu meu, 6 homi e 6 mulhê.
Zé: Tu era realmente bom , hein! Por isso que fala que não tem mais juventude, diz que não tem
mais coragem de arriscar, tem medo de morrer, mas já sei de onde brota esse teu medo . . .
(risos)
Zé: É de ou morrer por mulher ou morrer “com” mulher,
Seu Lui: Siô mas tenho que dizer nunca fui de me envolver com “mulher particular”, sempre fui namorador mais um namorador serio, falo em pular o muro com mulher seria. Sr. Entende?
Zé : “Mulher particular” era mulher seria, seu Lui.Na minha época de jovem , “as particulares” eram caras e respeitadas,
Seu Lui: Mas eu não gostava não Siô, eram muito granfinas pra mim, hoje meus 12 filhos nenhum é tido como: FILHO DA P***, quer dizer filho de granfina se é que me entende.
Zé : É seu Lui meu velho, os meus também não e olha que só tive 3!Sendo que me divertia ao ouvir as músicas boas que tocavam nas casas das “moças particulares”.Era realmente coisa de granfino,
Zé: Vale também dizer que eu nunca bebi, nunca fumei, mas sabia ouvir uma boa música e sabia dançar, rodopiava ao um bom som, assim eu conseguia uma “boa moça”, nem precisava ser granfino, só tinha um fino trato .
Seu Lui :É né, mas como diz o povo: “Comendo pouco mas comendo sempre, quem não tem não tem raiva”.
Zé: E continua a vontade, que mesmo com aquele espírito de jovem era acobertado pelo “costume e boas maneiras” , hoje pelo menos posso te dizer seu Lui que além de historias pra contar, ainda sou um bom pé de valsa. Se é que o Sr. me entende?
Zé: 13 anos, bom tempo.
Seu Lui: Vim tirar um dedo de prosa contigo,
Zé: Como vai tua vida?
Seu Lui: Só ficando velho, esperando a morte chegar, e tu?
Zé: Eu ainda to vivendo, ficando velho mas passando experiência, ouvindo rádio(já que não enxergo mais), escutando estória, contando as minhas, comendo, dormindo, vivendo.
Seu Lui: É Siô não fomos mais jovem, esses aí não tem medo de morrer quando a gente é jovem a gente faz tudo pois tem vigor e não tem medo de nada.Hoje fomos velhu e não podemu nem mais pular o muro para ver por exemplo: um antigo amor,
Zé : Mas seu moço, antigo amor isso rende historia, pulaste muito muro?Fala com uma saudade.
Seu Lui: Pulei tanto muro que me rendeu 12 filhos.
Zé: Oh, moço fale correto, Siô .
Seu Lui: Pois foi.Eu fiz dozes amigos, doze filhu meu, 6 homi e 6 mulhê.
Zé: Tu era realmente bom , hein! Por isso que fala que não tem mais juventude, diz que não tem
mais coragem de arriscar, tem medo de morrer, mas já sei de onde brota esse teu medo . . .
(risos)
Zé: É de ou morrer por mulher ou morrer “com” mulher,
Seu Lui: Siô mas tenho que dizer nunca fui de me envolver com “mulher particular”, sempre fui namorador mais um namorador serio, falo em pular o muro com mulher seria. Sr. Entende?
Zé : “Mulher particular” era mulher seria, seu Lui.Na minha época de jovem , “as particulares” eram caras e respeitadas,
Seu Lui: Mas eu não gostava não Siô, eram muito granfinas pra mim, hoje meus 12 filhos nenhum é tido como: FILHO DA P***, quer dizer filho de granfina se é que me entende.
Zé : É seu Lui meu velho, os meus também não e olha que só tive 3!Sendo que me divertia ao ouvir as músicas boas que tocavam nas casas das “moças particulares”.Era realmente coisa de granfino,
Zé: Vale também dizer que eu nunca bebi, nunca fumei, mas sabia ouvir uma boa música e sabia dançar, rodopiava ao um bom som, assim eu conseguia uma “boa moça”, nem precisava ser granfino, só tinha um fino trato .
Seu Lui :É né, mas como diz o povo: “Comendo pouco mas comendo sempre, quem não tem não tem raiva”.
Zé: E continua a vontade, que mesmo com aquele espírito de jovem era acobertado pelo “costume e boas maneiras” , hoje pelo menos posso te dizer seu Lui que além de historias pra contar, ainda sou um bom pé de valsa. Se é que o Sr. me entende?
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Guarnicê,
Algumas bandeirinhas e o “leve” som de uma matraca ao fundo,
O rodopio das saias, o som dos tambores, o chocalho dos maracás ,
Aquele brilho todo visto de longe, dando um viro pela vista da cidade iluminada,
A música vindo baixinho para convidar a sua bela curiosidade a dá uma olhadinha pela janela do prédio ríspido da faculdade,
Do mesmo que até então sua mente, estava concentrada apenas com a PROVA,
Encantava-se logo com a susposta batida da zabumba,
Depois não custava nada, ver se realmente havia começado o período de “Guarnicê”,
O São João do Maranhão,
A cidade agora respira cultura, e cheira a fumaça trazida pelas fogueiras,
O rodopio das saias, o som dos tambores, o chocalho dos maracás ,
Aquele brilho todo visto de longe, dando um viro pela vista da cidade iluminada,
A música vindo baixinho para convidar a sua bela curiosidade a dá uma olhadinha pela janela do prédio ríspido da faculdade,
Do mesmo que até então sua mente, estava concentrada apenas com a PROVA,
Encantava-se logo com a susposta batida da zabumba,
Depois não custava nada, ver se realmente havia começado o período de “Guarnicê”,
O São João do Maranhão,
A cidade agora respira cultura, e cheira a fumaça trazida pelas fogueiras,
Os foguetes anunciando a chegada do dia de "mais um santo",
As luzes que refletem as cores das bandeirinhas, e o brilho dos canutilhos dos bois,
Dando até pra arriscar a "batida de canela", e o aperto de cintura com o(não típico maranhense), mas gostoso forro pé -de- serra.
Acho que dá agora para “descansar”, ao som das matracas.
As luzes que refletem as cores das bandeirinhas, e o brilho dos canutilhos dos bois,
Dando até pra arriscar a "batida de canela", e o aperto de cintura com o(não típico maranhense), mas gostoso forro pé -de- serra.
Acho que dá agora para “descansar”, ao som das matracas.
"O lua linda pratiada que vem surgindo mais feliz, eu quero ver a estrela dalva outra vez em São Luis".
terça-feira, 10 de junho de 2008
Maria Firmina dos Reis ou Costa dos Reis?
Maria Firmina dos Reis,
Primeira poetisa maranhense. Nascida em 11/10/1825, na cidade de São Luis do Marnhão no bairro de São Pantaleão, morreu aos 92 anos em 1917 em Guimarães-Ma, onde residiu.
Em 1859 publicou ÚRSULA, primeiro romance brasileiro/anti-escravagista e primeiro escrito por uma mulher no Brasil, e, em 1871,CANTOS A BEIRA MAR.
Maria Firmina era filha bastarda, pois era FILHA DE MÃE PORTUGUESA(Leonor Felipa dos Reis) E PAI ESCRAVO(João Pedro Esteves), era mestiça (mulata). Está foi professora, jornalista, poetisa, romancista( aprimeira do brasil) e compositora.
Suas obras foram recentemente republicadas pelos estudiosos maranhenses, Horácio de Almeida e José Nascimento Morais.
Conhecer –a- ti mesma,
És aqui um dos primeiros passos eu diria, buscar um pouco da origem do próprio nome. A forma como te chamam, como te identificas perante o mundo.
Segundo alguns estudiosos o nome dado a uma pessoa pode refletir em quem ela vai ser(MESMO EU NÃO ACREDITANDO MUITO NISSO), afinal tem gente com nome de alô e com certeza esse não vai se tornar o primeiro cumprimento de uma ligação.Mas o nome realmente poderá espelhar a personalidade, pois alguém com o nome de 'Axilas', com certeza não ia ficar muito feliz com algumas coisas que poderiam ser relacionadas a sua pessoa(“Eii chama o suvaco ai!”), logo iria se tornar uma pessoa um pouco traumatizada e não muito contente com seus pais, por tão grandioso nome.
É notário a importância de um nome a uma pessoa, mesmo que algumas vezes insistimos em dizer que nomes são apenas formas de diferenciações dos seres humanos na vida em sociedade, sendo que a função de um nome não vai restringir-se apenas nisso, afinal no país que vivemos hoje pela quantidade de habitantes (olha que estamos falando de BRASIL, vale ressaltar), temos tanta Maria e tanto João que se tornou muito mais prático elencar uma numeração a cada ser humano existente, o CPF(ah, eu sou o 0011. . . e vc?).
Enfim não podemos iludir-nos que está palavrinha na qual você respondi quando alguém lhe chama, não são fundamentais para existência de um indivíduo.Pois são sim!Tirando algumas mistificações, se paramos para analisar algumas nomes vamos encontrar algumas coincidências eu diria e, é ai que encontramos a tal mágica da construção da historia de alguém a partir do nome que lhe foi dado.
Analisemos por exemplo o meu nome: Maria Firmina Costa dos Reis, antes quando comecei a responder a tal pergunta(sozinha):Qual seu nome menina?. Eu dizia baixinho, pois não gostava do mesmo, achava que tinha nome de “velho”, isso devido minha notável ignorância, depois o tempo foi passando e surgiu uma curiosidade do porque que me chamava assim, logo achei alguns significados práticos dos nomes próprios como: MARIA; (hebraico) Senhora soberana /FIRMINA ;Feminino de Firmino. (francês) O forte, o firme.Discordando de algumas coisas e concordando com outras, seguir minha curiosidade ainda faltava algo, ir um pouco mais na origem ou melhor, saber por quais “cargas d`água” meus pais me colocaram esse bendito nome.
Com minha pergunta veio uma resposta: “Uma coincidência histórica”(um pouco demais, sendo que aceitável com o tempo), ai que fui “apresentada” a :Maria Firmina dos Reis, ela filha de mãe portuguesa(branca) e pai escravo(negro), eu filha de pai descendente de português(branco)e mãe descendente de escravo(negro), coincidentemente acabei surgindo dentro da família Dos Reis.
Falo que minha curiosidade foi segurada aos poucos, com cada momento de amadurecimento fui conhecendo essa mulher que tive a honra de ter o nome da mesma, hoje não mais com vergonha e muito orgulhosa de como me chamo, quando alguém me pergunta qual o meu nome digo em alto e bom som :Maria Firmina Costa dos Reis. Muito prazer!
Agora saber se tenho alguma coisa em comum, eu realmente não creio, mas como a crença popular ainda se diz e se faz muito forte, vou me deliciando com cada descoberta e respeitando cada ponto de vista. Ah e vale ressaltar que a única semelhança até agora visível com Maria Firmina dos Reis além do nome é a pigmentação da pele, o resto sou produto de mim mesma, reflexo do meio que vivo.
Maria Fifi.(é mais simples).
"Os nomes são comuns e próprios como eu aprendi na escola.Os nomes comuns são aqueles muito comuns como João e Maria e os nomes próprios eu acho que é assim como abóbora que você come tem gosto de abóbora a forma dela é de abóbora e até a cor é cor de abóbora, ao contrário da manga que começa verde como limão e depois fica cor de "laranja".(composição infantil.)
_____________________________________*
Hino à liberdade dos Escravos.
de Maria Firmina Dos Reis
Salve pátria do progresso!
Salve!Salve Deus a igualdade!
Salve!Salve o sol que raiou hoje,
Difundindo a liberdade!
Que brou-se enfim a cadeia
Da nefanda escravidão!
Aqueles que antes oprimias,
Hoje terás como irmão!
Primeira poetisa maranhense. Nascida em 11/10/1825, na cidade de São Luis do Marnhão no bairro de São Pantaleão, morreu aos 92 anos em 1917 em Guimarães-Ma, onde residiu.
Em 1859 publicou ÚRSULA, primeiro romance brasileiro/anti-escravagista e primeiro escrito por uma mulher no Brasil, e, em 1871,CANTOS A BEIRA MAR.
Maria Firmina era filha bastarda, pois era FILHA DE MÃE PORTUGUESA(Leonor Felipa dos Reis) E PAI ESCRAVO(João Pedro Esteves), era mestiça (mulata). Está foi professora, jornalista, poetisa, romancista( aprimeira do brasil) e compositora.
Suas obras foram recentemente republicadas pelos estudiosos maranhenses, Horácio de Almeida e José Nascimento Morais.
Conhecer –a- ti mesma,
És aqui um dos primeiros passos eu diria, buscar um pouco da origem do próprio nome. A forma como te chamam, como te identificas perante o mundo.
Segundo alguns estudiosos o nome dado a uma pessoa pode refletir em quem ela vai ser(MESMO EU NÃO ACREDITANDO MUITO NISSO), afinal tem gente com nome de alô e com certeza esse não vai se tornar o primeiro cumprimento de uma ligação.Mas o nome realmente poderá espelhar a personalidade, pois alguém com o nome de 'Axilas', com certeza não ia ficar muito feliz com algumas coisas que poderiam ser relacionadas a sua pessoa(“Eii chama o suvaco ai!”), logo iria se tornar uma pessoa um pouco traumatizada e não muito contente com seus pais, por tão grandioso nome.
É notário a importância de um nome a uma pessoa, mesmo que algumas vezes insistimos em dizer que nomes são apenas formas de diferenciações dos seres humanos na vida em sociedade, sendo que a função de um nome não vai restringir-se apenas nisso, afinal no país que vivemos hoje pela quantidade de habitantes (olha que estamos falando de BRASIL, vale ressaltar), temos tanta Maria e tanto João que se tornou muito mais prático elencar uma numeração a cada ser humano existente, o CPF(ah, eu sou o 0011. . . e vc?).
Enfim não podemos iludir-nos que está palavrinha na qual você respondi quando alguém lhe chama, não são fundamentais para existência de um indivíduo.Pois são sim!Tirando algumas mistificações, se paramos para analisar algumas nomes vamos encontrar algumas coincidências eu diria e, é ai que encontramos a tal mágica da construção da historia de alguém a partir do nome que lhe foi dado.
Analisemos por exemplo o meu nome: Maria Firmina Costa dos Reis, antes quando comecei a responder a tal pergunta(sozinha):Qual seu nome menina?. Eu dizia baixinho, pois não gostava do mesmo, achava que tinha nome de “velho”, isso devido minha notável ignorância, depois o tempo foi passando e surgiu uma curiosidade do porque que me chamava assim, logo achei alguns significados práticos dos nomes próprios como: MARIA; (hebraico) Senhora soberana /FIRMINA ;Feminino de Firmino. (francês) O forte, o firme.Discordando de algumas coisas e concordando com outras, seguir minha curiosidade ainda faltava algo, ir um pouco mais na origem ou melhor, saber por quais “cargas d`água” meus pais me colocaram esse bendito nome.
Com minha pergunta veio uma resposta: “Uma coincidência histórica”(um pouco demais, sendo que aceitável com o tempo), ai que fui “apresentada” a :Maria Firmina dos Reis, ela filha de mãe portuguesa(branca) e pai escravo(negro), eu filha de pai descendente de português(branco)e mãe descendente de escravo(negro), coincidentemente acabei surgindo dentro da família Dos Reis.
Falo que minha curiosidade foi segurada aos poucos, com cada momento de amadurecimento fui conhecendo essa mulher que tive a honra de ter o nome da mesma, hoje não mais com vergonha e muito orgulhosa de como me chamo, quando alguém me pergunta qual o meu nome digo em alto e bom som :Maria Firmina Costa dos Reis. Muito prazer!
Agora saber se tenho alguma coisa em comum, eu realmente não creio, mas como a crença popular ainda se diz e se faz muito forte, vou me deliciando com cada descoberta e respeitando cada ponto de vista. Ah e vale ressaltar que a única semelhança até agora visível com Maria Firmina dos Reis além do nome é a pigmentação da pele, o resto sou produto de mim mesma, reflexo do meio que vivo.
Maria Fifi.(é mais simples).
"Os nomes são comuns e próprios como eu aprendi na escola.Os nomes comuns são aqueles muito comuns como João e Maria e os nomes próprios eu acho que é assim como abóbora que você come tem gosto de abóbora a forma dela é de abóbora e até a cor é cor de abóbora, ao contrário da manga que começa verde como limão e depois fica cor de "laranja".(composição infantil.)
_____________________________________*
Hino à liberdade dos Escravos.
de Maria Firmina Dos Reis
Salve pátria do progresso!
Salve!Salve Deus a igualdade!
Salve!Salve o sol que raiou hoje,
Difundindo a liberdade!
Que brou-se enfim a cadeia
Da nefanda escravidão!
Aqueles que antes oprimias,
Hoje terás como irmão!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Killing Me Softly.
Contando minha vida inteira com suas palavras
Matando-me lentamente com sua música.
Eu o ouvi cantar uma boa música, ouvi dizer que ele tinha um estilo.
Então eu fui vê-lo, e ouvir um pouco.
E lá está ele, este jovem garoto, um estranho para os meus olhos.
Senti-me tomada por um calor, envergonhada pela multidão;
Senti como se ele tivesse encontrado minhas cartas, e lido cada uma em voz alta.
Eu roguei para que ele acabasse, mas ele apenas continuou.
Ele cantou como se me conhecesse, e todo o meu desespero obscuro;
Ele continuou passando o olhar por mim como se eu não estivesse láEntão ele continuou cantando, cantando claro e forte.
Lauryn Hill - Killing Me Softly (tradução) [Roberta Flack].
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