quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A MaDruGadA.

Silenciosa desbrava noites afins,

Algumas vezes embaladas por sonhos,
Outras celebradas com um vulgar brindar de copos, seguidos de algumas rimas.

Traz consigo a inspiração,

O “quero mais” dos degustardores da vida.

A extensão de paixões frenéticas e avassaladoras.

Tu MaDruGadA,


Linda

E

Plena



Misteriosa, sutil e Amiga,
Tida como, a dança antes do brilhar da aurora,
Momento de paz ou exaustão,

Traz em teus ventres a continuidade da noite e a luz do amanhecer,

Deleite dos teus contínuos observadores,

A desculpa usada por esses teus jovens e eternos admiradores, para se embriagarem, com teus provocantes ventos de NOVO DIA.

Devo-lhe dizer que sou réu confesso e admito que “uso” tuas estrelas para contemplar o raiar do sol.


Maria Fifi.

2 comentários:

Vicente, O de Queiroga disse...

Pelo visto foram-se as citações e abrem alas aos pensamentos de Maria.

Fico feliz... !!!

celso disse...

bem sou conhecedor dessas madrugadas, jovem perfeitos esses textos;